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restauración

ficha técnica

DO SEXO AO ÁTOMO
DO SEXO AO ÁTOMO
(edición digital)
2015
252
978-989-51-3725-1
Unspecified
Portuguese
3,00
(IVA inc)*
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sinopsis

Sempre achei que havia algo estranho na sociedade, às vezes, parecia que as pessoas não compreendiam o real sentido das suas ações. Ou, porque não, eu não compreendia. No entanto, em certo momento da vida começaram a dizer que possuo um certo dom para a psicanálise, segundo uma psicóloga amiga, ?eu seria capaz de ver o que está do outro lado do muro?. O muro seria o inconsciente das pessoas. Logo em seguida percebi que a sexualidade natural humana vai bem além do ?crescei e multiplicai-vos? e que esta sexualidade natural, além de explicar a minha sensação de que há algo estranho na sociedade, explicaria também o atual processo evolutivo humano. Foi aí que pessoas ligadas à psicanálise começaram a me instigar a escrever, o que só foi possível depois de obter conhecimentos básicos de neurociência no livro ?A cientista que curou o próprio cérebro?, escrito pela neurocientista norte americana Jill Bolte Taylor. Os ensinamentos de Jill permitiram-me elaborar uma tese sobre qual é a sexualidade natural humana e como o cérebro persegue a evolução. Após começar a escrever vários ?insid's? e informações ?colhidas? em portais na internet levaram o meu texto para muito além da proposta original. Encontrei na Bíblia (Livro do Gênesis) e no Universo (Cosmologia) sentidos lógicos que se encaixavam perfeitamente às minhas ideias. Os temas relacionados à Cosmologia vieram sobretudo do livro ?Criação Imperfeita?, escrito pelo físico brasileiro Marcelo Gleiser, citado algumas vezes em meu livro. Para quem cresceu ?entre a ?cruz? e a ciência?, o ?ocultismo? e a ?ingenuidade?, adjetivos dispensados por Freud ao se referir à religião e por Einstein ao se referir aos autores da Bíblia, mostraram-se totalmente impróprios e até o termo Deus adquiriu um sentido real, um sentido lógico, sem que isso o diminuísse do ponto de vista energético, espiritual. Como se eu já não tivesse ido longe demais, encontrei também o tempo. Criança que ainda sou e o que sempre serei, fiz dele, o tempo, um brinquedo, um instrumento de prazer, fiz do tempo uma onda e, simplesmente, o surfei. Fernando Cezar Batista Garcia


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