"Esta web utiliza cookies para facilitar la navegación por ella y para realizar análisis de su uso, incluida la elaboración de perfiles de navegación con fines publicitarios. Si continua navegando, consideramos que acepta su instalación. Para obtener información detallada sobre las cookies que utilizamos, incluyendo cómo configurar su navegador para rechazarlas, pulse aquí."

restauración

ficha técnica

O INVESTIMENTO DIRETO ESTRANGEIRO EM ANGOLA
O INVESTIMENTO DIRETO ESTRANGEIRO EM ANGOLA
(edición digital)
2018
182
978-989-52-1720-5
Epublication content package
Portuguese
3,00
(IVA inc)*
  • comprar ahora

    tu libro al instante

  • Ver dispositivos compatibles
  • ¿Es la primera vez que compras un eBook? Clica aquí

Permisos sobre el eBook

Copiar/pegar: Prohibido.
Imprimible: Prohibido.

DRM o protección anticopia (para saber qué es clique aquí)

No

sinopsis

A presente obra debruça-se sobre os investimentos diretos estrangeiros em Angola e sobre o impacto económico e social entre 2003 e 2013. O autor entende que o investimento direto estrangeiro (IDE) é reconhecido pelos vários estados como um dos pilares do desenvolvimento económico. Por esta razão, deve existir política de atração de investidores estrangeiros, sendo uma componente importante desta política a atribuição de incentivos fiscais, justificados pelas externalidades positivas que o investimento estrangeiro pode gerar no país. É fundamental que na atual conjuntura económica internacional Angola mostre capacidade para atrair ao seu território investimento direto estrangeiro que proporcione o desenvolvimento de novos clusters e melhore os sectores estratégicos, o que permitirá reabsorver a mão-de-obra desempregada, empregar mão-de-obra jovem e, paralelamente, gerar valor acrescido. Neste sentido, é importante conhecer a perceção dos gestores ao investimento direto estrangeiro. Esta obra apresenta a opinião de alguns dirigentes de empresas que investiram em Angola, segundo os quais esse país dispõe das mais importantes reservas de recursos naturais e energéticos, mas a corrupção, o excesso de burocracia, a deficiente qualificação da mão-de-obra, a rede de infraestruturas de transporte e os elevados custos com a energia e água continuam a ser as principais barreiras ao investimento direto estrangeiro.


*Todos nuestros productos incluyen el IVA, ampliar información


comentarios de los usuarios/usuarias