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restauración

ficha técnica

PRISIONEIROS DE CAXIAS
PRISIONEIROS DE CAXIAS
(edición digital)
2014
288
978-989-51-2388-9
Unspecified
Portuguese
3,00
(IVA inc)*
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sinopsis

Aos 17 anos, acusado de ser ?sinistra personagem que assumira altas funções no regime fascista? e ?notório fascista? sou preso, simulam o meu fuzilamento, levam-me para Caxias onde permaneci 53 dias. Tinha cometido o hediondo crime de ser sobrinho do Prof. Marcello Caetano, último Presidente do Conselho do Estado Novo. Como consequência a ?comissão de estudantes? marxista proíbe o meu ingresso na Universidade. Nuno Alves caetano ?Mas este ?Mandato? está em branco! - É um ?Mandato? e tem que nos acompanhar ? responde o oficial? «Se o cão continua a ladrar, leva um balázio!» Cenas ocorridas durante a detenção de Artur Agostinho ?Quando o meu Pai pegou no auscultador do telefone para fazer a chamada, um dos homens fardados, que estava por trás do civil, retirou uma arma e apontou-lha. O meu Pai pousou o auscultador e disse com um ar muito calmo e um sorriso: - Sim senhor, o senhor convenceu-me e agora posso ir vestir-me?... Aquando da prisão do Dr. César Moreira Batista, ex-Ministro do Interior. ?Fui até ao meu quarto vestir-me (sempre devidamente escoltado) e enquanto o fazia, um dos soldados encostou a G3 à parede, tendo esta resvalado e caído no chão. Voltei-me para ele e disse: - Tenha cuidado que isso pode disparar-se e ainda mata alguém. Responde o energúmeno: - Se matar alguém, não tem importância? Episódio ocorrido durante a prisão de D. Diogo Passanha ? - Desde quando é que um Capitão e um Alferes vêm prender um General? Responde o capitão: - Desde que existe a «legalidade revolucionária!»? No momento da prisão do Gen. Kaúlza de Arriaga


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